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| ::Blog da Cláudia Abreu Fenomenal:: |
Imagens da Cláudia no último capítulo

Fonte: Virgulando

Fonte: Babado

Fonte: O Dia, edição de 08/07/06
Escrito por acfr às 16h02
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Fim de jornada
Pessoal,
A todos que sempre vieram aqui, obrigada por terem me acompanhado nessa jornada. Belíssima foi uma grande novela, com grandes histórias para contar e grandes atores para contá-las. Cláudia Abreu é sempre fenomenal, dispensa comentário, dispensa explicações. Maravilhosa, perfeita, fez uma Vitória inesquecível. Inimaginável na pele de outra atriz.
Agora, o blog e o site vão continuar, mas em clima de reforma. Fim de trabalho, vida nova. O site deverá sofrer grande reforma e o blog seguirá informando. Adorei a companhia de todos. Gustavo, obrigada em especial pelas suas contribuições, com o conhecimento que você tem de novelas do Sílvio.
Beijos a todos!
Opinião:
Belíssima foi, sem dúvida, um folhetim especial, do primeiro capítulo até a última semana. Arcos bem feitos, história eletrizante, interpretações maravilhosas, enfim: grande espetáculo.
Devo apenas dizer que os dois últimos capítulos deixaram um pouco a desejar. Muitas tramas paralelas deveriam ter sido fechadas antes, na semana anterior, para dar espaço ao grande embate entre Vitória e Bia. Era o que todo mundo queria ver. A tragédia grega ficou espremida entre o casamento do Jamanta e as aventuras arrasa-quarteirão entre Safira e Pascoal. Não ficou bom. Os atores também, por terem recebido fragmentos de capítulo, e gravado cenas desconexas, pareciam pouco à vontade. Ficou faltando alguma coisa fundamental, alguma coisa no texto. Os desfechos, perfeitos, não foram bem executados. Foi um anti-clímax, apesar da solução do mistério ter sido corretíssima. Até a impunidade da Bia foi bem pensada - é isso aí, terra da pizza, haja vista os acontecimentos do ano passado. O incesto, temática clássica da tragédia grega, muito bem colocado. Infelizmente, o duelo final se perdeu, não foi o que se esperava.
De toda forma, a experiência valeu - e como! Que venha Páginas da Vida. A gente respira um pouco, esperando ansiosamente por Copacabana.
Escrito por acfr às 15h55
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Parabéns!
[Régis Callado] [regiscalado@bol.com.br] Não esperava menos de Claudia Abreu, é uma atriz fantástica e merece estar no no time de primeira grandeza da globo. Parabens,
08/07/2006 10:54
[Fran~*] Ufa²!!! Apesar de tudo eu gostei sim em parte do final... Jamais vou me esquecer da Vitória contando para a Bia que era sua filha e final olha nos seus olhos e diz: "Eu venci!!" Ecpcional!!! A cena em a Vitória conta a verdade para o Murat também foi emocionante... Acho que apesar do ritmo corrido Sivio de Abreu merece PARABENS!! x))~
08/07/2006 24:26
[Gustavo Horn] OBS: Jamais pensei que viveria para ver Cauã Reymond e Fernanda Montenegro numa cena como aquela... chocante, hein!
07/07/2006 23:54
[Daniele Machado] bem, eu gostei do último capítulo mas, acredito que podia ter sido melhor, as cenas foram feitas com muita pressa o que proporcionou a perda de emoção,mesmos assim a história ao todo ficou muito boa.
07/07/2006 23:44
[Gustavo Horn] Eu não podia deixar de comentar aqui... É verdade que o capítulo final foi imensamente longo. 2 horas de duração. Mas... verdade seja dita: que lindo... lindo, não... que belíssimo capítulo!! Ótimas cenas, ótimos desfechos, tudo com plena coerência e genialidade. Só quero ver a audiência que esse capítulo teve... não acho que tenha batido o recorde de América, mas boa audiência com certeza teve. E era mesmo a Vitória a filha da Bia!!! Juro que apesar de toda a especulação, meu queixo caiu na hora da revelação. Que cena magnífica do embate entre as duas na casa da Stella! Uma cena antológica, sem sombra de dúvida! Volto a dizer, foi ironia com os atores: Cláudia Abreu herdou o talento de Fernanda Montenegro somado ao talento de Lima Duarte! O resultado dessa combinação está mais que evidente na nossa querida Cacau. Ótimo também o final de Bia Falcão: se safou! Um final acima de tudo realista, de acordo com o que acontece no Brasil com gente como ela. Uma palavra: PARABÉNS!
07/07/2006 23:22
Escrito por acfr às 15h41
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UFA!!!

UFA!!! 
Escrito por acfr às 20h58
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Sem farsa
06/07/2006 - 16h51
Análise: Farsa do beijo gay vai impedir recorde de "Belíssima" no final
SÉRGIO RIPARDO
Editor de Ilustrada da Folha Online
Só um milagre (ou um toque de recolher) fará "Belíssima" bater o recorde de audiência no último capítulo, nesta sexta-feira, que será 30 minutos mais longo, durando uma hora e 40 minutos. Ontem, a novela ficou com ibope médio de 57 pontos e pico de 63. O recorde pertence à "América", que cravou 66 pontos no seu final com pico de 70. A diferença de nove pontos (57 versus 66) parece pouca, mas representa quase meio milhão de domicílios só na Grande SP. Além disso, nesta semana, a curva da audiência está praticamente estagnada. Na terça, a média ficou em 56 pontos.
Vale lembrar que o recorde de América, de Glória Perez, foi obtido graças principalmente a uma farsa. Prometeram uma cena de beijo gay, que foi censurada na última hora. Houve um clima de Copa do Mundo para ver a tal primeira cena de beijo entre dois homens no horário nobre. A frustração levou até a militância homossexual a alardear um boicote à sucessora de "América", no caso, "Belíssima", que acabou cativando, e não sentiu em seu ibope nenhuma cosquinha com a retórica dos líderes do movimento gay.
No máximo, "Belíssima" deve conseguir furar a barreira dos 60 pontos no ibope no seu último capítulo. Só um bombardeio do "Jornal Nacional" na audiência, com a tradicional reportagem sobre os bastidores no "dia D" nos estúdios, fará alguma diferença nos números, bombando o ibope.
Silvio de Abreu, autor de "Belíssima", merecia bater o recorde, pois seu folhetim conseguiu provar que a experiência acumulada por um ator ainda tem serventia na TV, é um valor com potencial de atrair ibope. Foi o que se viu com Fernanda Montenegro encarnando a vilã Bia Falcão, Carmem Verônica e Íris Bruzzi homenageando a memória do teatro de revista com as impagáveis ex-vedetes Mary Montilla e Guida Guevara.
Essas interpretações serviram para apagar o trauma nos noveleiros com Deborah Secco, a Sol de "América", e Fernanda Lima, a Diana Bullock de "Bang Bang".

Mas Silvio de Abreu terá um consolo: "Belíssima" tem chance de bater o recorde de audiência considerando a média do ibope do primeiro ao último capítulo. Nesse cálculo, um termômetro mais abrangente do desempenho de uma trama, "Belíssima" está acima dos 50 pontos, enquanto "América" registrou 49 pontos, "Senhora do Destino" teve 50,4 pontos, e "O Rei do Gado" é dona do recorde com 52 pontos. Um parêntese: hoje cada ponto representa 54.400 domícilios na Grande SP. Em 1996, na época de "O Rei do Gado", era menos (40 mil).
Por mais instigantes que sejam, os mistérios que restam em "Belíssima" não vão mudar a vida de ninguém. Em "América", a expectativa do beijo gay ensejava opiniões fora do mundo dos noveleiros, dando combustível a especulações diversas: "Mas como a Globo vai exibir dois homens se beijando no horário nobre? E a Igreja Católica? E as crianças? E os anunciantes?".
Infelizmente, o vilão oculto de "Belíssima", que dita ordens até a Bia Falcão, não faz parte do escândalo do mensalão, não recebeu dinheiro do valerioduto. Se realmente Bia Falcão escapar do país, após ser beneficiada com um habeas corpus, será uma doce ironia de Silvio de Abreu.
Na próxima segunda-feira, no lugar de "Belíssima", estréia "Páginas da Vida", de Manoel Carlos, com Regina Duarte no papel de Helena, uma médica obstetra. É a eterna "viúva Porcina" saindo da geladeira, após ter sua imagem arranhada na última campanha presidencial por ter dito que "tinha medo" do governo Lula. Ambientada no Rio, a novela se propõe a misturar ficção e realidade, como é do estilo de Manoel Carlos. Em se tratando do Brasil dos dólares na cueca, da máfia dos sanguessugas, às vezes, os vilões da realidade são bem mais assustadores do que Bia Falcão e seus comparsas.
Escrito por acfr às 13h04
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Tenha dó!
Sexta, 7 de julho de 2006, 11h01 Atualizada às 11h49
Autor divulga os cinco finais de "Belíssima". Confira!
Na tentativa de despistar a imprensa e a equipe de Belíssima, o autor Silvio de Abreu escreveu cinco finais para a trama global. Em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta sexta-feira, Abreu confirmou que escreveu os cinco desfechos, mas que nem todos foram gravados.
Confira os finais possíveis, publicados pelo jornal Folha de S.Paulo:
Final 1:
Alberto (Alexandre Borges) e Ornela (Vera Holtz) são os vilões e Rebeca (Carolina Ferraz) é a filha de Bia Falcão (Fernanda Montenegro).
Justificativa: Alberto e Ornela resolveram fazer justiça ao pai, que se suicidou quando o pai de Júlia (Glória Pires), Marcelo, se apossou de grande parte das ações da Belíssima, que pertencia à família Sabatini. O plano inclui a participação de Rebeca, que sabe que é a filha de Bia e briga pela parte da herança que a cabe.
Final 2:
Cemil (Leopoldo Pacheco) e Nikos (Tony Ramos) são os vilões e Narciso (Vladimir Brichta) é o filho de Bia Falcão.
Justificativa: O grego armou um plano para conquistar a empresa Belíssima e entregar para o filho Cemil, que já sabia ser filho de Nikos. O plano só dá certo com a participação de André (Marcello Antony), que se arrepende da armação depois de ter se apaixonado por Júlia, mas é obrigado a continuar porque sofre ameaças de uma máfia da Grécia. Katina (Irene Ravache) e Murat (Lima Duarte) pegam Narciso ainda pequeno e formam um pacto para nunca contar ao rapaz que ele é o herdeiro de Bia Falcão.
Final 3:
Bia, Medeiros (Ítalo Rossi) e Yvete (Angelita Feijó) são os vilões e Vitória (Cláudia Abreu) é a filha de Bia.
Justificativa: Bia decide se apossar de todo o patrimônio que acredita ter construído sozinha depois da morte da filha. Ela arma um plano com a ajuda de Medeiros e Yvete. Vitória é a filha de Bia e, sem saber, casa-se com Pedro (Henri Castelli), neto da vilã.
Final 4:
Murat e Tosca (Jandira Martini) são os vilões e Fladson (Marcelo Médici) é o filho de Bia.
Justificativa: Tosca comprou o açougue sabendo que criava o filho de Bia Falcão e Murat. Ela conta para o turco toda a verdade e os dois juntam forças para fazer justiça à criança abandonada e recuperar o dinheiro a que Fladson teria direito.
Final 5:
Júlia e Pedro são os vilões e Pascoal (Reynaldo Giannechini) é o filho de Bia.
Justificativa: Os irmãos decidem liquidar a avó e se unem ao tio Gigi (Pedro Paulo Rangel), que passa ser o testa de ferro da trama. O plano dá errado quando Bia decide trazer Pedro de volta da Grécia para ter Sabina (Marina Ruy Barbosa) ao seu lado. Para isso, manda eliminar Vitória, mas Pedro morre em seu lugar. Júlia se apaixona por André o plano se complica. Pascoal é o filho de Bia Falcão, mas não com Murat e sim com Aquilino (Serafim Gonzalez), uma vez que Bia tinha um romance com os dois.
Redação Terra
Fonte: Terra Gente & TV
Nota deste blog: estou tentando ao máximo não comentar o final da novela. Mas deixo aqui a minha opinião pessoal. Se a Vitória morrer com esse tiro (e, pela física conhecida pela Ciência nesta dimensão do contínuo tempo-espacial, teria que ser ela mesmo, dada a última cena do capítulo de ontem), então Sílvio de Abreu que não conte comigo para a sua próxima novela. Assim também já é demais!

Escrito por acfr às 11h59
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E mais sobre o evento literário

Sexta-feira - 07/07/2006
SOBRE ONTEM À NOITE: Lançamento de biografias reúne o elenco de "Belíssima"
A livraria da Travessa, na zona sul do Rio, foi palco de encontros especialíssimos na noite desta quinta-feira, dia 6.
Quase todos os atores que durante meses estiveram juntos na história de Sílvio de Abreu, "Belíssima", que termina nesta sexta-feira, foram prestigiar o lançamento de mais quatro biografias da Coleção Aplauso.
Além do autor, Vera Holtz, Toni Ramos e Pedro Paulo Rangel autografaram os livros que revelam suas histórias.
Fernanda Montenegro, os casais Cláudia Raia e Edson Celulari, Cláudia Abreu e José Henrique da Fonseca e Alexandre Borges e Julia Lemmertz, além de Irene Ravache, Cauã Raymond, Leopoldo Pacheco, Bianca Comparato, Sharon Menezes, Ada Chaseliov, Maria Flor, Marcelo Médice e Guilherme Weber fizeram questão de levar para casa os quatro livros e não dispensaram as dedicatórias dos biografados.
Expert em emocionar a todos com suas histórias da ficção, Sílvio de Abreu admite que relembrar passagens da sua vida mexeu com ele.
"Mexer no baú emociona. Me emocionei com algumas lembranças, mas me diverti muito também. Foi tudo feito com muita verdade", contou Sílvio, que não deixou escapar nenhuma pista sobre o tão misterioso fim de "Belíssima".
Para Pedro Paulo Rangel a experiência também foi marcante. "Me sinto muito honrado de ter sido lembrado para contar parte da minha história."
Toni Ramos se surpreendeu com o resultado. "Foram horas e horas de conversas por telefone e pessoalmente. Ficou muito bom, especialmente porque não sou muito fácil de falar."
A atriz Vera Holtz também aprovou a experiência de ser biografada. "São histórias da minha trajetória, da minha busca por um sonho. Foi emocionante lembrar de tudo."
Fonte: EGO
Escrito por acfr às 11h49
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Mais sobre o evento literário
07/07 - 10:16
Elenco assiste ao capítulo de Belíssima em noite literária

Ipanema, badalado bairro da zona sul carioca, parou na noite do dia 06 de julho. Numa das ruas mais tradicionais do bairro, atores de Belíssima lotaram a livraria da Travessa para conferir o lançamento das biografias de Silvio de Abreu, Tony Ramos, Pedro Paulo Rangel e Vera Holtz. Cada um teve sua história contada na coleção Aplauso, que já reverenciou outros artistas. Mas enquanto na tevê, colocada estrategicamente no local, o penúltimo capítulo da trama do horário nobre global não chegou ao fim, a festa ficou parada.
"Não dava pra deixar de assistir. Terminamos de gravar o desfecho da novela às 20h e viemos para cá", conta o autor, Silvio de Abreu.
Atentos e empolgados, os atores vibravam a cada cena. O desfecho do capítulo, em que Bia (Fernanda Montenegro) avista André (Marcelo Antony) e Vitória (Cláudia Abreu) e dispara um tiro, causou comoção geral. Em uníssono, todos gritaram um "aaahh!", como quem queria ver mais.
Mas voltando ao lançamento...
Tony Ramos, cuja biografia intitulada No Tempo da Delicadeza, foi escrita por Tânia Carvalho, revelou ser arredio para falar sobre sua vida pessoal, mas se sentiu à vontade neste trabalho.
"Foram horas e horas de conversas por telefone e pessoalmente. Parecia sessão de análise, mas o resultado ficou muito bom", destaca Tony à OFuxico.
Tânia Carvalho também assina a biografia de Pedro Paulo Rangel, batizada de O Samba e o Fado.
"Fiquei muito honrado por ser lembrado, por ter parte da minha história contada no livro. Espero que as pessoas gostem", diz o Gigi, de Belíssima.
Livre do visual louro de Ornela, Vera Holtz revela ter resgatado fases de sua infância com a biografia, O Gosto da Vera, escrita por Analu Ribeiro.
"Escureci o cabelo para apagar a Ornela. Mas esse trabalho literário foi emocionante, o foco está basicamente na menina do interior de Tatuí. Ainda sou um pouco menina, tenho esse olhar lúdico, mas sem ingenuidade", destaca Vera.
Acostumado a criar histórias, Silvio de Abreu gostou de ver a sua em livro, na biografia Um Homem de Sorte, escrita por Vilmar Ledesma.
"Mexer no baú emociona, é uma sensação muito agradável, você faz um mergulho em tudo o que já viveu, analisa, pensa. Não aceitei fazer essa biografia para dizer ‘olha como é o Silvio de Abreu!’. Fiz para que minha história sirva para outras pessoas, para que se encorajem em correr atrás do sonho. Nunca tive privilégio em nada, sempre tive que brigar. Me emocionei com algumas lembranças, mas me diverti muito também. Foi tudo feito com muita verdade", desabafa o autor.
Fernanda Montenegro foi uma das mais abraçadas da noite e conta que está revisando aos poucos a sua biografia. Cláudia Raia e Edson Celulari, afirmam que ainda é cedo para ver suas vidas contadas numa obra, opinião parecida com a de Cláudia Abreu e Cauã Reymond.
"Sou muito novo para fazer uma biografia, tenho apenas 26 anos e sou plebe, eles são gênios", diz Cauã à reportagem de OFuxico.
Alexandre Borges e Julia Lemmertz, Irene Ravache, Leopoldo Pacheco, Bianca Comparato, Sharon Menezes, Ada Chaseliov, Maria Flor, Marcelo Médice, Guilherme Weber, Gilberto Braga, Eva Wilma, entre outros também participaram da noite literária e não deixaram de levar pra casa os quatro novos livros da Coleção Aplauso.
Flávia Almeida
Fonte: OFuxico
Escrito por acfr às 11h45
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Mistério...!

Um novo e intrigante mistério que só vai durar 24 horas: quem será o atingido pela bala? Vitória ou André? Cada uma das opções tem implicações imediatas no futuro da trama. Cada uma estava em um dos vários finais já divulgados. Quem você acha que será baleado? Quem você quer que seja? Falta pouco!
Fonte: Zapeatrix Babado, em 07/07/06
André! André! André!
Escrito por acfr às 11h39
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Clipping de notícias
notícia publicada em 07/07/2006 às 10:40 Elenco de Belíssima se reúne em livraria um dia antes do último capítulo

Nesta quinta-feira (6), um dia antes do final da novela Belíssima ir ao ar, o elenco prestigiou o lançamento das biografias de Tony Ramos, Vera Holtz, Pedro Paulo Rangel e de Sílvio de Abreu, escritas por Tânia Carvalho, na Livraria da Travessa, no Rio.
Fernanda Montenegro, Cláudia Abreu, Irene Ravache e Leopoldo Pacheco foram dar um abraço nos amigos. Cláudia Raia estava com o marido Edson Celulari, mas nem por isso se encabulou em dar um selinho em Sílvio, autor da trama.
Atores de núcleos diferentes, Guilherme Weber, Bianca Comparato, Alexandre Borges, Cauã Reymond, Maria Flor e Marcelo Médici conversavam com os colegas de trabalho e curtiam o clima de missão cumprida – já que Belíssima foi um grande sucesso e o último capítulo está sendo muito aguardado.
Sempre acompanhado da esposa Lidiane, Tony Ramos levou os netos Henrique e Gabriela para o lançamento e não poupou carinhos aos pequenos.
Também estavam presentes Eva Wilma, Gilberto Braga, Mauro Mendonça, Maurício Mattar, Lilia Cabral, Aracy Balabanian, Beth Goulart e Júlia Lemmertz.
Fonte: Babado
Escrito por acfr às 11h36
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Férias
05/07 - 12:15
Claudia Abreu quer curtir férias depois de Belíssima
A novela Belíssima está em sua última semana de exibição e, por enquanto, nem o próprio elenco sabe ao certo o desfecho da trama. O último capítulo, que irá ao ar nesta sexta-feira, dia 7, deverá ser gravado na própria sexta, despistando a imprensa para o final da novela.
Nesta semana, os atores estão em ritmo acelerado de gravações, mas assim que Belíssima acabar, Claudia Abreu já tem um plano certo: férias!
No papel de Vitória, Claudia tem sido um dos grandes destaques da trama de Silvio de Abreu. Segundo especulações para o fim da novela, sua personagem pode ser filha de Bia Falcão, interpretada por Fernanda Montenegro. A identidade do filho ou filha de Bia é até aqui o grande mistério guardado a sete chaves pelo autor.
Se isto acontecer, a atriz terá mais uma marca em sua carreira. Antes de Belíssima, Claudia já esteve em mais de 10 novelas, além de trabalhos no teatro e cinema.
Sem nenhum trabalho em vista, a assessoria da atriz diz que ela vai descansar para depois decidir seu futuro profissional.
Juliana Ambold
Fonte: OFuxico
Escrito por acfr às 12h17
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Ritmo mais lento...
Caros amigos,
Tenho reduzido bastante o ritmo deste blog na reta final de Belíssima porque o tiro livre está mais caótico do que nunca. A cada minuto são publicadas notícias as mais díspares. Parei de ler na que falava na tal cena do velório da Vitória. Agora, quero só ver os capítulos. Falta pouco.
Mas estou atenta à Cláudia, sempre.
Beijos!

Escrito por acfr às 11h23
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Ela é o máximo!!!
[Monique Gaeski] [meureinoencantado@hotmail.com] [http://www.reinotvcineencantado.blogger.com.br/] a Cacau é uma das melhores atrizes do elenco de belíssima,ela esta sempre esbanja seu charme com seu lindo sorriso e um verdadeiro show de intepretação 04/07/2006 19:36
[vany] [vanilinha_gatita @hotmail.com] Cacau... vc e linda!! bjs...=] 04/07/2006 14:10
[Fernando] [tdealmeidab@click21.com.br] Cláudia linda, maravilhosa... 29/06/2006 02:51

Escrito por acfr às 11h16
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Casal poderoso
OS CASAIS MAIS PODEROSOS DO SHOWBIZZ NACIONAL
VEJA O PORQUÊ QUE ELES ESTÃO PODENDO
09. Ele é um dos sócios da Conspiração filmes, e filho do premiado escritor Rubem Fonseca. Ela é um atriz espetacular que emenda uma novela na outra pelo número de convites que recebe.
Fonte: EGO
Escrito por acfr às 11h12
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Guerra na selva...?
[Fã da Cacau] Olá! Não entendo muito disso, mas qual é o motivo de o texto estar camuflado?? Beijos ;D 03/07/2006 14:20
Resposta: Pois é... o motivo é simples: o Gustavo levantou a bola e ele tem toda razão. Muita gente não quer saber do final da novela antes do capítulo ir ao ar, porque isso estraga a surpresa. Em respeito àqueles que pensam assim, eu camuflei o texto. E, para todos nós que não se agüentam de curiosidade, basta iluminar o post e ler. Assim, gregos e turcos ficam felizes... 
Aproveito o ensejo para agradecer os caps que você me mandou, lindos como sempre, e deixar aqui alguns, com a recomendação a todos que visitem o blog da Fã da Cacau. 
Beijos!




Escrito por acfr às 16h12
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Clipping de notícias: SPOILER
AVISO: o texto abaixo é spoiler da última semana de Belíssima. Para ler, ilumine o post, já que camuflei a letra com a mesma cor do fundo, cinza claro.
03/07/2006 - 01h00
Zapping: Vitória é a filha de Bia Falcão em "Belíssima"
FABÍOLA REIPERT
Colunista do Agora
No último capítulo de "Belíssima", que está circulando nos bastidores da Globo no Projac, Vitória (Cláudia Abreu) é a filha de Bia Falcão (Fernanda Montenegro). Ela foi registrada como menino. Há uma cena em que Bia e Vitória ficam cara-a-cara, mas tudo indica que elas não vão acabar numa boa.
Assassina
Antes de se mandar para o exterior, Bia vai matar o advogado Medeiros (Ítalo Rossi) e a secretária Ivete (Angelita Feijó). Como eles são cúmplices da vilã, a única forma de ela ter certeza de que não irão entregá-la à polícia é tirar suas vidas.
Pelo telefone
Comenta-se nos bastidores da novela que Medeiros era o cara que falava com André (Marcelo Antony) por telefone. Bia colocará a arma na mão de Medeiros para parecer que ele se suicidou.
Traição
Bia vai trair até sua melhor amiga, Ornela (Vera Holtz). Na penúltima cena de "Belíssima", a vilã aparecerá em Paris na cama com o michê Mateus (Cauã Reymond). Durante uma conversa, o bonitão a chama pelo nome. Ela manda esquecer que existe Bia, afinal foi para fora do país com outra identidade.
Redenção
André vai morrer dizendo que ama Júlia (Glória Pires). A coluna informou no sábado que André tentará salvar Sabina (Marina Ruy Barbosa) de ser seqüestrada por Bia e a malvada acaba matando o galã. A cena da morte de André foi gravada anteontem no Projac, no Rio.
Deportado
Segundo está escrito no último capítulo, Júlia ficará com Nikos (Tony Ramos) na Grécia. Ele será deportado do Brasil por estar com a documentação ilegal.
Lésbicas
Uma das cenas do último capítulo é Rebeca (Carolina Ferraz) e Karen (Mônica Torres) em uma lancha, em Angra dos Reis (RJ), servindo champanhe uma para a outra. Desiludida com os romances fracassados com Alberto (Alexandre Borges) e Pascoal (Reynaldo Gianecchini ), Rebeca troca de opção sexual.
Rejeição
Em "Torre de Babel", Sílvio de Abreu teve um tentativa frustrada com personagens lésbicas (com as atrizes Sílvia Pfeifer e Cristiane Torloni). O público as rejeitou e ele teve de matá-las. Certamente por este motivo ele deixou Rebeca e Karen juntas só no final.
A sete chaves
Na cena sete do último capítulo, Silvio escreveu que só a entregará depois, pois é uma cena secreta que não pode ser passada à imprensa.
Mistério
Como todos os autores, que não gostam que o final de suas novelas sejam revelados, Silvio de Abreu deu várias pistas falsas e fez suspense durante o recorrer da trama. Por isso, há chances de o último capítulo, que vazou para a imprensa, ser falso. Vamos esperar para ver o que vai ao ar na sexta-feira...
Escrito por acfr às 13h44
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Clipping de notícias: SPOILER
AVISO: o texto abaixo é spoiler da última semana de Belíssima. Para ler, ilumine o post, já que camuflei a letra com a mesma cor do fundo, cinza claro.
03/07 - 11:14
Script de Belíssima aponta Bia como a grande vilã e Vitória como sua filha
Nesta sexta-feira, dia 7, chega ao final a novela Belíssima, da Globo. Enquanto todos se perguntam quem é o verdadeiro filho da empresaria Bia Falcão, de quem é a voz misteriosa que tanto fala com André por telefone e com quem Júlia vai ficar, dois jornais, um carioca e um paulista, tiveram acesso a capítulos que supostamente elucidam os finais da trama.
De acordo com o jornal Agora SP e Extra, os desfechos de Sílvio de Abreu se mostram óbvios. Depois de muito se cogitar se a criança Bia (Fernanda Montenegro) era menina ou menina, esses capítulos apontam o nome de Vitória.
Segundo o script, Vitória (Cláudia Abreu) foi registrada como menino por Tosca (Jussara Freire). Em uma das cenas, mãe e filha ficarão cara a cara, mas tudo indica que elas não ficarão numa boa.
Mas as revelações continuam. A grande vilã da trama pode ser mesmo a megera da Bia, que trabalhou com dois comparsas: Medeiros (Ítalo Rossi) e Yvete (Angelita Feijó). Para não deixar provas de suas maldades, a empresária resolve eliminá-los no final. Bia colocará a arma na mão do advogado para fazer o crime parecer suicídio.
Livre de testemunhas, Bia aparece em Paris muito bem acompanhada. Na cena, a vilã está na cama com Mateus (Cauã Reymonds). Quando o bonitão a chama pelo nome, ela o manda esquecer Bia, pois mudou de identidade.
O gigolô levantou suspeitas de Ornela (Vera Holtz) nestas últimas semanas, que acusando-o de estar novamente fazendo programa com senhoras. E ela estava certa. Mas a socialite não termina sozinha. Pelo capítulo que vazou, ela acaba nos braços do garçom Lucas (Daniel Erthal).
Quem estava torcendo com o final André (Marcello Antony) e Júlia (Glória Pires) pode ficar decepcionado. O galã, além de não conseguir recuperar o grande amor de sua vida, ainda irá morrer. Mas vale lembrar que o autor Silvio de Abreu fez pelo menos três finais pra Júlia e num deles ela ficaria com André.
Apaixonado, neste suposto capítulo decisivo, ele vai morrer dizendo que ama a empresária, mas ela casará com Nikos (Tony Ramos) na Grécia. Antes, porém, o grego recebe a visita do filho Cemil (Leopoldo Pacheco), Mônica (Camila Pitanga) e da afilhada Sabina (Marina Ruy Barbosa).
No casarão, onde os personagens celebram os 40 anos da união de Katina (Irene Ravache) e Murat (Lima Duarte), também se festeja a chegada de mais uma criança. Safira (Claudia Raia) acaba a novela, esperando um filho de Pascoal (Reinaldo Giannechini).
Agora o final surpreendente fica por conta de Rebeca (Carolina Ferraz). Desiludida com os romances fracassados com Alberto (Alexandre Borges) e Pascoal (Reynaldo Gianecchini), a empresária decide trocar de opção sexual, terminando a trama com Karen (Mônica Torres). As duas estarão em uma lancha, em Angra dos Reis (Rio), servindo champanhe uma para outra.
Ainda de acordo com os jornais, Sylvio de Abreu faz uma observação no último capítulo, sobre uma cena secreta que ainda será entregue. Segundo o autor, "ela muda o entendimento da trama principal".
Tatiana Amin
Fonte: O Fuxico
Escrito por acfr às 13h37
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Clipping de notícias: entrevista (parte 1)
Domingo, 02 de Julho de 2006, 00h01 Um público à procura de um vilão SILVANA MASCAGNA
Silvio de Abreu avisa que é bom prestar atenção nas dicas que tem jogado aqui e ali e que serão determinantes para se descobrir os grandes mistérios de “Belíssima”, 15ª novela do autor, que chega ao fim na próxima sexta-feira. Há muito Abreu tem aprontado das suas na TV, inconformado que é com o estabelecido.
Já colocou os dois maiores atores do teatro brasileiro, Fernanda Montenegro e Paulo Autran, jogando torta um na cara do outro. Foi o primeiro a ter uma família negra de classe média, e não de escravos, como ainda hoje é comum, em sua trama.
Conseguiu fazer o público não só aceitar, mas torcer por um casal de adolescentes gays. Mudou a ordem do “quem matou” por “quem vai morrer” e até botar Cláudia Raia como transexual, ele já fez.
Nem sempre acerta o coração do telespectador, mas nunca deixa de tentar o novo. Às vezes, fala que nunca mais vai escrever novelas, mas sempre acaba mudando de idéia. Desta vez, parece ter acertado em cheio.
“Belíssima” é a segunda novela mais vista dos últimos tempos, atingindo 59 pontos no Ibope, só perdendo para “Senhora do Destino”, de Agnaldo Silva, que registrou 61 – mas até o fim da semana pode ultrapassar essa marca.
Tem a seu favor, é verdade, um elenco de estrelas: Fernanda Montenegro, Glória Pires, Lima Duarte, Irene Ravache, Tony Ramos, Pedro Paulo Rangel, Cláudia Abreu, Cláudia Raia.
Mas Silvio de Abreu conseguiu o aval do público e da crítica, mesmo quando ousou colocar o galã da vez Reynaldo Gianecchini num personagem bronco e cômico. Fã de Alfred Hitchcock, o autor criou em “Belíssima” um enredo em que nada é o que parece ser.
Ainda que Bia Falcão já tenha entrado para o hall das grandes canalhas da TV brasileira, ela é apenas a vilã óbvia da novela. Há uma outra ou outro, que estaria, na verdade, por trás das principais crueldades já praticadas na trama.
Quem é o filho ou filha de Bia Falcão e Murat é outro mistério a ser desvendado pelo público nestes próximos dias.
E ainda: com quem vai ficar a mocinha Júlia (Glória Pires), com o homem que a traiu, André (Marcelo Anthony), mas que parece arrependido, ou com o gente boa Nikos? O que nos diz Silvio de Abreu nesta entrevista por e-mail é que o final de “Belíssima” não vai surpreender ninguém, mas garante que será coerente com a trama.
O TEMPO – Quando o senhor lançou “As Filhas da Mãe” disse numa entrevista para este jornal que só voltou a fazer novela por insistência de Jorge Fernando. Isso porque o senhor estava em crise depois das polêmicas em torno de “Torre de Babel”. “As Filhas” acabou não tendo boa audiência e o senhor voltou a falar que não voltaria a escrever novela. Como é agora saborear o sucesso da trama? Silvio de Abreu – É verdade que “Torre de Babel” foi uma novela muito difícil, com muitos problemas, estresses e dores de cabeça, mas “As Filhas da Mãe”, vista agora a uma certa distância, não me parece que tenha sido uma má experiência. A aceitação pelo público não foi a que eu esperava, mas o resultado do trabalho em si foi bem satisfatório. Não me lembro de ter dito que não escreveria mais novelas depois de “As Filhas da Mãe”, se falei, mudei de idéia, porque só quem não pensa não muda de idéia, não é mesmo?... “Belíssima”, no entanto, tem sido um grande prazer desde o primeiro dia, ótimas críticas, excelente repercussão, enorme audiência. Tudo deu certo, mas nem por isso estou menos cansado do que das outras vezes. Continuo achando que escrever novela é uma maratona que poucos atletas agüentam, mas quando dá certo em todos os aspectos como “Belíssima”, vale a pena até pensar em correr de novo.
As revistas especializadas em novelas tentam advinhar o final de “Belíssima”. Teve uma que falou que os grandes vilões são Júlia e Nikos – o senhor deve se divertir muito com isso, não? A pergunta é: quando o senhor começou a escrever, já sabia como a trama iria terminar? Eu adoro ver que todo mundo está empenhado em adivinhar os mistérios da trama. Eu gosto dessa interação do público e da mídia com a novela. Quando escrevi a sinopse inicial, eu já tinha a trama na minha cabeça, inclusive todos os desfechos.
Nestes próximos dias, podemos ver crescer personagens que até agora não tiveram tanto destaque, como aconteceu com a Tosca, a Rebeca, a Ornela etc. Não concordo que estes personagens tiveram pouco destaque. Cada uma tem a sua história, seus conflitos, um bom número de cenas. Ocupam na história o espaço que deveriam ocupar e que estava previsto desde o início.
[continua no post abaixo]
Escrito por acfr às 07h46
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Clipping de notícias: entrevista (parte 2)
[continuação do post acima]
O senhor conseguiu nesta novela fazer o contrário do que normalmente se faz em folhetins, ou seja, chapar os personagens: o que é bom é bom, o que é mau é mau. E os espectadores, que estavam bravos com André, agora estão com pena e curiosos para saber que trama diabólica é essa que obrigou o moço a fazer tantas maldades. Quando o senhor começou a pensar na história de “Belíssima”? O que o inspirou para criar essa trama que envolve, a meu ver, vingança? A idéia de fazer “Belíssima” veio, primeiro, da observação de que vivemos numa sociedade comandada por aparências, onde a ditadura de uma beleza imposta e idealizada atormenta a todos. A minha intenção era levantar questões como o universo da beleza, da obrigação que todos sentimos hoje em dia de colocar a aparência à frente de tudo. E nada melhor do que exemplificar isso com um personagem belo, como André, que por causa de sua aparência consegue conquistar a confiança de todos e depois aplicar um terrível golpe. Ou seja, em “Belíssima” nada é o que parece ser e as aparências enganam. Fugir do maniqueísmo que sempre tomou conta das novelas tem sido uma busca de muitos anos e que acabou dando muito certo agora. A ambiguidade é muito mais estimulante porque obriga a um pensamento, uma reflexão e uma escolha, ao contrário do maniqueísmo que é passivo. Apostei que conseguiria a atenção e o raciocínio do telespectador e parece que desta vez acertei. Com o tempo a gente vai aprendendo...
Como o senhor conseguiu enxergar em Reynaldo Gianecchini o potencial para o humor que ele demonstrou ter? Porque gosto de colocar atores em papéis que nunca fizeram antes. Acreditei que Reynaldo Gianecchini fosse interpretar muito bem um personagem que é justamente o oposto de tudo que o ator é. O borracheiro Pascoal é um homem rude, sem vergonha, só fala gírias paulistanas e pronuncia as palavras incorretamente, ao contrário do Reynaldo Gianecchini que é uma pessoa elegante, educada e gentil. Depois, é preciso dizer que Gianechini além de bom ator é muito estudioso, esforçado e corajoso porque se o Pascoal não tivesse dado certo, ele estaria pagando o maior mico na televisão todas as noites. Não fui só eu que confiei nele, ele também confiou muito em mim e eu agradeço.
Todo mundo apostava que Paschoal ficaria com a Vitória. Foi a química de Cláudia Raia e Gianecchini que o fez mudar de idéia? Não, a história era essa mesmo. Se você puxar pela memória, vai se lembrar que as primeiras chamadas da novela já eram feitas sobre o relacionamento de Safira e Pascoal. Os dois são parte do mesmo universo, o da comédia. Vitória é linda, combina fisicamente com ele, mas são de mundos dramatúrgicos diferentes... Não daria certo uma figura exuberante de comédia como ele ao lado de uma heroína romântica. Ela é uma mulher que evoluiu e melhorou intelectualmente e ele é um bronco eterno e irremediável. Não podem ser mais do que amigos.
Qual dos personagens o senhor se diverte mais para escrever? Me divirto com todos eles.
Atores como Cláudia Raia e Fernanda Montenegro sempre trabalham em suas novelas. Qual dos atores de “Belíssima”, com os quais o senhor nunca havia trabalhado, acabam de entrar para sua “turma”? Acho que posso considerar todo o elenco como a minha turma. Além dos que você citou, alguns outros eu já estava namorando há muito tempo como Glória Pires, Cláudia Abreu, Carolina Ferraz, Marcelo Médici, Leopoldo Pacheco, Wladmir Brichta, Leona Cavalli e outros com quem não havia trabalhado antes. Não entrou nenhum ator nessa novela que eu não quisesse. É verdade que não acertei em todos, mas ninguém é perfeito.
Dá para inovar também no capítulo final, sem aquelas tradicionais cenas de casamento, gravidez e casais felizes para sempre? Sempre dá para inovar. Mas mesclar o tradicional final de novela com revelações inusitadas e inesperadas resulta sempre num bom fim de trama.
Qual pista o senhor poderia dar para o público que lhe é fiel este tempo todo? Que todos prestem muita atenção em todas as pistas que foram dadas ao longo da novela. Não acho que o final de “Belíssima” vá causar grande surpresa, mas tenho certeza que será coerente com a história que foi contada.
Fonte: O Tempo Belo Horizonte, 02/07/06
Escrito por acfr às 07h45
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